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montesclaros.com - Ano 26 - domingo, 18 de janeiro de 2026
 

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Mensagem: O caso Maria Amélia Lins Manoel Hygino Os diários belo-horizontinos deram destaque à notícia de que a Santa Casa de Belo Horizonte vencera a licitação para gerir o Hospital Maria Amélia Lins, que já foi sozinho Pronto Socorro antes da inauguração do João XXIII. A formalização se fará após aval do Tribunal de Contas. Seria, ou será, o ponto final da longa novela do prédio construído na região centro-sul da capital e que, há décadas, vinha se afastando ou se afastara de sua destinação original, causando déficit à assistência que deveria prestar à metrópole dos mineiros. Em decorrência, o Hospital Maria Amélia Lins se fará responsável pelo patrimônio, pela administração, pelo atendimento da clientela e gestão dos negócios do estabelecimento, pondo-se fim, segundo se espera, ao imbróglio judicial que se arrasta desde março do ano passado. Confia-se que se termine à demorada questão, pois a instituição Santa Casa, com idade quase tão antiga quanto a própria Belo Horizonte, já prestou relevantes serviços à população ao longo de seus 126 anos. Hoje, como se viu recentemente, a Santa Casa de Belo Horizonte foi reconhecida com destaque como a mais importante ONG da área de saúde no Brasil. Ademais, no dizer de Kátia Rocha, presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais, consolida-se “um marco histórico na relação dos nossos hospitais com o município de Belo Horizonte, porque é o que a gente sempre solicitou: a abertura para um diálogo institucional com proposições de soluções para graves problemas”. O ex-secretário de Saúde de Belo Horizonte, médico Jackson Machado Pinto, entende que a Santa Casa tem condições para assumir mais um hospital. Possui um corpo clínico de qualidade e tradição cirúrgica. Além disso, acompanhou o avanço da rede de saúde da cidade desde quase seu nascimento. Estes fatos remetem ao princípio de atendimento médico de urgência em Belo Horizonte. Então os médicos que atendiam no velho Pronto Socorro eram indicados pela Santa Casa, embora funcionários públicos.

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